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Pára-brisa: Quando é necessário
trocar ou reparar?
Se deparar com um pára-brisa trincado ou
rachado por causa de pedras nas estradas é mais comum do
que parece, mas muitas pessoas não sabem que nem sempre é
preciso trocar o vidro por completo, às vezes apenas um reparo
já é suficiente para concertar os danos de pedras
no carro.
Sol, chuva, vento, lombadas e alguns buracos são alguns dos
fatores que transformam uma trinca em rachaduras irreparáveis,
por isso são necessários alguns cuidados especiais.
“Assim que uma trinca ocorre, a mesma deve ser protegida contra
oleosidade, poeira ou qualquer tipo de sujeira”, afirma o
supervisor de marketing da Carglass, Áquila Cunha. Para isso
existem películas auto-adesivas, conhecidas como “selos
reparo” que protegem os vidros.
Em se tratando de trincas, arranhões, olho
de boi, e tantas outras avarias que consomem a paciência e
muitas vezes o dinheiro dos motoristas, é importante fazer
algumas observações para a melhor procedência
quando se encontrar diante de um problema como este.
Algumas pessoas acreditam que o único e exclusivo fator que
leva parabrisas de carros a trincar, e em algumas vezes até
quebrar é somente por impacto externo ou vandalismo, mas
isso é uma grande ilusão, pois diversos são
os fatores que podem causar problemas nos vidros de automóveis.
Para se ter uma idéia, mudanças climáticas
causando assim variações térmicas, o modo de
dirigir, chuva, e até mesmo o ar condicionado podem trazer
sérios danos ao parabrisa do veículo.
Um evento muito comum nesses casos é aquela pedrinha pequenina
lançada na maioria das vezes por outro automóvel a
frente que faz um pequeno buraco no vidro, o que consecutivamente
irá resultar numa trinca que aumentará com o tempo
podendo até mesmo levar o parabrisa a ser substituído.
É recomendável que nesses casos a pessoa coloque um
adesivo (existem adesivos próprios comercializados no mercado)
no local do fragmento, até levar para um reparo do dano.
Esta é uma outra questão polêmica. Muitas pessoas
não sabem que para alguns casos, existe reparo em parabrisas,
mas é importante grifar o seguinte: “somente em alguns
casos”. Os vidros de carros são temperados, e por isso
difíceis de serem manuseados por qualquer pessoa que não
conheça bem do assunto. No caso de trincas, existe uma tecnologia
de reparação que consiste na injeção
de resina no interior da trinca, e secagem através de luz
ultravioleta. Este procedimento pode ser adotado quando o estrago
não for muito grande, e depende muito também do lugar
onde se encontra no vidro. É uma alternativa econômica
para evitar a substituição do vidro, mas, muitas vezes
não é recomendável essa prática, pois,
se feito por pessoas que não conhecem bem do assunto, pode
acabar por trazer mais problema, uma vez que o parabrisa fica mais
frágil.
Saiba quando um reparo no pára-brisa é
possível:

- Na região A, o dano deve caber dentro
de um círculo de 10mm.
- Na região B, o tamanho pode aumentar para até 15
mm.
- Na região C, o reparo pode ser feito até 25 mm.
- E na região D, até 40 mm.
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